sexta-feira, 2 de julho de 2010

Bola pra frente...



Agora que o sonho do hexacampeonato foi mais uma vez adiado, o Brasil deve voltar à normalidade habitual, pelo menos é o que se espera. Afinal, este ano teremos que tomar decisões em outros assuntos de muito maior relevância, como as eleições que se aproximam.

Mas como bom brasileiro, vou dar os meus pitacos quanto ao futebol. Bem, o que começa mal, dificilmente termina bem. Pra começar, a escalação do time de Dunga foi uma aposta única em seus próprios palpites. A grande maioria era de ilustres desconhecidos, que já chegaram sob a desconfiança dos torcedores e até da turma que se diz entendida do assunto. Não que a convocação de algumas estrelas do futebol fossem a única maneira de vencer esse mundial, mas pelo menos traria um pouco mais de brilhantismo e criatividade ao chato futebol da seleção brasileira.

Além de desconhecidos, o time tem uma baixa média de idade, o que deixa a desejar pela falta de experiência. Copa do Mundo é pra jogador maduro, que não perde a cabeça e entra em desespero quando está numa situação adversa. É muito bom haverem jogadores jovens, mas não se pode abrir mão da experiência que alguns nomes deixados de fora poderiam trazer ao time numa hora dessas.

Acho sinceramente que a Seleção Brasileira, nesse momento deveria, para resgatar a sua identidade com a torcida, ser composta exclusivamente, ou na sua maioria, por jogadores que atuem no país. Pode parecer utopia, dada a globalização do esporte, mas traria o time para perto do torcedor, que pelo menos iria conhecer o nome de cada jogador, além de prestigiar os clubes nacionais com a escolha de jogadores de seus plantéis.

Mas é isso aí. Bola pra frente, e que se tire uma lição disso tudo: às vezes o povo tem sempre razão.

Promotoria entra com ação contra a Câmara dos Dirigentes Lojistas do DF

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) ajuizou ação civil pública, com pedido de antecipação de tutela, contra a Câmara dos Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL/DF), pela cobrança de taxa de emissão de declaração do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A Promotoria quer que seja reconhecida a ilegalidade da cobrança, sob pena de pagamento de multa de R$ 1 mil por infração.

Foi constatado que a CDL/DF somente dá acesso gratuito ao banco de dados de proteção ao crédito de forma eletrônica, cobrando taxa no valor de R$ 8 para as pessoas físicas e R$10 para as pessoas jurídicas, pela emissão de declaração escrita. A Constituição Federal garante gratuitamente o acesso do cidadão a "informações constantes em quaisquer espécies de arquivos públicos ou que, por lei, mesmo que administrado por entidade privada, tenham caráter público". Segundo o Código de Defesa do Consumidor, os serviços de proteção ao crédito são considerados entidades de caráter público.

Fonte: Jornal de Brasília

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Incidentes de campanha

Saia-justa na pré-campanha de Liliane Roriz (PRTB) esse final de semana. A filha do ex-governador Joaquim Roriz (PSC) foi convidada a participar de um costelaço - espécie de churrasco com costela assada na brasa - em Planaltina. Desavisada, Liliane chegou ao evento de helicóptero. Ao pousar, a aeronave levantou toneladas de poeira no evento. Deixou “temperados” os pratos já servidores e as carnes de todos os convidados. Resultado: o clima para a pré-candidata a distrital foi o menos amistoso possível…


Fonte: Blog da Paola Lima

DEM desiste de candidatura e deve embarcar na chapa de Roriz

Fonte: Correio Web


O Democratas no Distrito Federal deve ir de Joaquim Roriz. Isolado e sem alternativa para viabilizar candidatura própria ao GDF, o DEM pode decidir logo mais, na convenção do partido, embarcar na coligação do ex-governador. Com esse entendimento, o DF reproduzirá, em parte, a aliança nacional em torno da candidatura de José Serra (PSDB) à presidência da República, já que o PSDB local está nessa coligação.

O ponto sem consenso dentro do DEM-DF é quem vai representar o partido na vaga majoritária da chapa de Roriz. Há uma dúvida se vai ser Alberto Fraga ou Adelmir Santana. Os dois têm peso na negociação. 

Fraga é um dos deputados federais mais bem votados de 2006 e era o pré-candidato ao governo pelo DEM. Adelmir Santana, por sua vez, é senador da República. A diferença é que Fraga já foi testado nas urnas. Adelmir assumiu o posto no Congresso com a renúncia de Paulo Octávio em 2007, para tornar-se vice-governador.

A desvantagem de Fraga é que nas últimas semanas ele travou uma guerra verbal com Roriz e o PSDB de Maria de Lourdes Abadia. Chegou a dizer que não participaria de uma chapa ficha suja. 

"Não vou levar os integrantes do meu partido ao sacrifício. Tinha um projeto de concorrer ao governo e estou frustrado por não tê-lo viabilizado. Não nos resta alternativa que não seja nos juntarmos à coligação de Roriz. Do contário, teríamos que sair com o PT, o que é inadimissível", afirmou Fraga ao Correio há alguns instantes.

Erika Kokay defende nomeações

Em audiência pública para discutir a situação dos concursados da Secretaria de Justiça do Distrito Federal (Sejus) na manhã de hoje, a deputada Erika Kokay (PT) defendeu a nomeação dos aprovados em concurso ainda este ano, visto já ter sido liberado orçamento para isso. "Precisamos desses servidores na condução das medidas socioeducativas, ajudando a dar voz a um segmento de adolescentes marcado pela invisibilidade", disse a presidente da Comissão de Assuntos Sociais.

O concurso foi realizado pela Funiversa e precisa ser homologado até  3 de julho, por conta de restrições previstas na legislação eleitoral. Segundo informou a deputada, foi realizada uma reunião com representantes da Sejus, Ministério Público e Procuradoria visando a avaliar a possibilidade de excepcionalidade para contratar servidores mesmo depois de julho. Os argumentos são a ineficiência do serviço prestado hoje e um termo de ajustamento de conduta (TAC) de 2007 pelo qual o GDF se comprometeu a assumir a administração e a manutenção de todas as unidades de internação da Sejus.

Para Kokay, isso vai devolver ao Estado a responsabilidade pelo atendimento a adolescentes em conflito com a lei, realizado hoje por terceirização. Ainda segundo a distrital, o Executivo e o Legislativo estão empenhados nas nomeações, até porque o contrato com a Casa da Acolhida, que administra o Centro de Internação de Adolescentes da Granja (Ciago) termina em agosto.

Fonte: Jornal Coletivo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Maioria das escolas do DF não tem estrutura mínima necessária para funcionar

Fonte: Correio Braziliense


Carteiras, lousas e objetos danificados. Ausência de quadras de esporte, bibliotecas e refeitórios. Inexistência de projetos que garantam a acessibilidade e a circulação de alunos especiais. Estruturas antigas demais, inadequações, problemas por toda parte. De acordo com auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal, este é o retrato da maioria das instituições públicas de ensino do Distrito Federal. A análise, divulgada recentemente, foi feita durante três anos consecutivos, entre 2007 e 2009, e apontou que não houve mudanças substanciais nesse período. O Tribunal mostra que, no ano passado, 72,6% das escolas tinham instalações insatisfatórias para receber os alunos, pouco antes do ano letivo começar, em fevereiro.


Para diagnosticar a qualidade das instalações da rede pública de ensino, auditores visitaram, na primeira semana de fevereiro de 2009, 45 escolas representativas de todas as regionais de ensino, em uma amostragem aleatória. Durante as vistorias, eles conferiam a situação de muros, pátios, quadras de esporte, instalações elétricas e hidráulicas, banheiros, pisos e paredes, pintura e os componentes das salas de aula: portas, janelas, pontos de iluminação, mesas, carteiras e lousas. Todos os locais foram fotografados.


Contaram para o resultado a análise de documentos enviados pela Secretaria de Educação e a interpretação da pesquisa de opinião feita com diretores das instituições, via e-mail. Cerca de 40% deles responderam às perguntas e atribuíram uma nota média de 5,9 às instalações das escolas públicas. Combinados todos os aspectos do estudo, o resultado mostrou que apenas 27,4% das unidades educacionais estavam em boas condições; 44,2% tinham necessidade moderada de consertos e reformas; 24,3% estavam em condições ruins; e em cerca de 4% delas a situação foi classificada como péssima.


O pente-fino feito pelo Tribunal revelou ainda que em 83% das escolas de ensino especial as instalações não eram adequadas às atividades realizadas naqueles espaços. Nas de educação infantil, as falhas na estrutura estão presentes em 77% das vistoriadas. Nas unidades que oferecem educação integral, em que os alunos permanecem por dois turnos, menos de 20% possuem refeitório. Com base no depoimento dos cerca de 252 diretores que responderam ao questionário, a auditoria apontou que apenas 34% das instituições que eles dirigem contam com uma biblioteca e cerca de 40% podem ofertar atividades de lazer em uma quadra de esportes aos seus estudantes.


Leia a reportagem completa aqui.

Até que enfim, uma meia resposta

Até que enfim alguém da diretoria do Clube de Vizinhança se manifestou quanto ao post que coloquei neste blog  no dia 6 de maio. Pois bem, vamos aos fatos.

Primeiro: As fotos mostram cabalmente que a área está depredada e mal conservada. Já que existem melhorias que mostrem quais são. Faço questão de aplaudir essa diretoria aqui se mostrarem alguma benfeitoria recente no Clube, pois só o que vemos são obras que até agora beneficiaram terceiros. Cadê o dinheiro do investimento já que vocês cederam a área a esses terceiros? Existe algum projeto de revitalização do Clube a caminho? Se existe, por quê o segredo?

Segundo: As 25 famílias que moravam no local, estavam lá há 15 anos e a diretoria do clube não fez a remoção, o que só ocorreu após uma grande ação da Administração de Brasília no mês de abril de 2008 que foi noticiada à época. Muito bem, as famílias foram retiradas, e onde está o projeto de revitalização do Clube, que até agora não aconteceu?

Terceiro: Pelo jeito, a gente tem que ser conhecido para ser ouvido por essa diretoria. Sou um morador da Vila e tenho o direito de saber sobre o Clube, embora não o frequente. E a sua diretoria tem o dever de informar, não importa quem eu seja. Pois bem, desafio essa diretoria a divulgar sua prestação de contas anual, se é que ela existe, e a mostrar o que está sendo feito ali para benefício da comunidade.

Contra fatos não há argumentos. Eu não preciso provar nada, as imagens falam por si. E abro aqui o espaço para a diretoria se manifestar, caso tenha alguma coisa a apresentar. Farei questão de publicar aqui.