sexta-feira, 26 de março de 2010

Ação contra a dengue na Vila Planalto 2

A Subsecretaria de Vigilância à Saúde mais uma vez intensifica as ações de combate ao mosquito da dengue na Vila Planalto. Agora, a operação envolve dez instituições públicas e a própria comunidade, por meio da Associação dos Moradores. O objetivo é limpar terrenos e retirar lixo e entulho das ruas para eliminar os focos de larvas do Aedes aegypti. As ações, iniciadas nesta quinta-feira (25), prosseguem até quarta-feira(31), com saídas às 8h da Praça Zé Ramalho.

Participam da ação 50 agentes comunitários de Saúde (ACS) de Santa Maria e Gama, 50 militares do Exército e 20 servidores do Serviço de Limpeza Urbana, além de agentes de vigilância ambiental (AVA) e agentes de saúde. Durante a operação, serão utilizados dez caminhões e dois tratores. Também serão distribuídos folhetos educativos entre os moradores.

Em fevereiro e início de março, a Vigilância à Saúde visitou todas as casas da Vila Planalto para orientar os moradores e eliminar os possíveis focos do mosquito. Também foram tratados os focos que não têm como serem eliminados. Para isso foi feita aplicação de inseticida com nebulizador mecânico e com carro fumacê. Na mesma ocasião, os técnicos da vigilância visitaram as escolas para alertar as crianças contra a dengue.

Fonte: Tribuna do Brasil

Fechamento da Casa de Parto de São Sebastião

Mais uma vez, mostro aqui como o Governo do Distrito Federal trata com desprezo as pessoas e cidadãos, os moradores das cidades, menos, "elitizadas" de Brasília. Escrevo agora sobre o disparate que a Secretaria de Saúde está cometendo ao mandar fechar a Casa de Parto de São Sebastião.
Para quem não conhece, a Casa de Parto é fruto de uma ideologia, chamada de "parto humanizado" muito muito valorizada em países como Japão, França e Países BaixosA Casa de Parto foi inaugurada em 2001 e ocupa uma dependência da Unidade Mista de Saúde da cidade. Ela tem como missão humanizar o atendimento das gestantes e facilitar o acesso das mães. Desde então, cerca de 5 mil bebês nasceram no local.
A Secretaria de Saúde alega que o local onde funciona a Casa de Parto não é adequada, por não estar funcionando junto a uma maternidade, e que isso seria importante para a segurança das próprias mães.

Ora, senhor secretário, será que para acabar com uma infecção, teremos que matar o doente? Tenha santa paciência. Essa justificativa é no mínimo burra, pois atesta a própria incompetência desse Governo em contornar uma situação como essa. Se o problema é maternidade, que se construa a maternidade, uma, duas até dez se for preciso, mas o que não se admite é deixar essas mães abandonadas e sem assistência no momento mais importante das suas vidas, que é a hora de dar à luz.
A inteligência suprema da Secretaria de Saúde, decidiu que com o fechamento da Casa de Parto, os enfermeiros deveriam ser transferidos para o hospital do Paranoá, que fica a uma distância considerável de São Sebastião. Imaginem uma mulher em trabalho de parto tendo que se deslocar de ônibus para o Paranoá. Com a qualidade do nosso transporte público, com certeza é bom o cobrador do ônibus ter  um curso de "parteiro", porque a mulher poderá ter esse filho dentro da condução.
Não podemos nos calar diante desses desmandos do GDF. Não adianta alegar falta de recursos para achar outra solução. Até porque para dinheiro nas meias e cuecas nunca faltam recursos. Isso é uma vergonha sem tamanho e um desprezo total com a comunidade. Está rodando na internet uma petição on-line que será encaminhada ao Governador Wilson Lima. Acesse o link abaixo e assine você também. Participe dessa luta.


http://www.petitiononline.com/CPartos/petition.html



quarta-feira, 24 de março de 2010

Trote Social do UniCeub



Grata satisfação tive hoje, ao receber dois alunos calouros do curso de Direito do Uniceub. Eles estão arrecadando doações para a realização do chamado "trote" social. Explica-se: ao contrário das lamentáveis cenas que assistimos seguidamente pelo país, de trotes violentos contra calouros das universidades brasileiras, temos aqui um belo exemplo de solidariedade.

Há cinco anos, o Projeto Universidade Solidária foi criado pelo Diretório Central dos Estudantes do UniCEUB. O centro de atuação do Projeto é o Varjão. O Projeto tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida de centenas de crianças carentes dessa comunidade através do acesso à educação.

O trote social consiste em uma gincana realizada por esses estudantes, e ganha quem arrecadar materiais utilizados no projeto em maior quantidade. Há uma lista de materiais, todos para uso escolar, como canetas, cadernos, lápis e papel, sendo que para cada um há uma pontuação definida.

Quero parabenizar a iniciativa do DCE do UniCEUB, que demonstra a elevada preocupação com o social, além de dar uma lição de como usar em benefício da sociedade, uma prática antes associada à violência e os excessos, por parte de alguns estudantes.

Ajude esse projeto. Para maiores informações ou para realizar a sua doação ligue para o DCE do CEUB, e fale com a Luciana, coordenadora do projeto. Telefones: (61) 9618 5981 / 96990161 e também com o Lincon no (61) 8105 5406.

Colabore você também.

Em manifestação no Congresso, estudantes pedem 50% do fundo do pré-sal para educação


No momento em que os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer, recebiam os reis da Suécia, Carlos Gustavo XVI e Silvia Renate, dezenas de estudantes se aglomeraram em torno do Congresso Nacional, em manifestação por recursos do pré-sal para a educação. Os estudantes, que se jogaram no espelho d'água em frente ao prédio, são organizados pela União de Juventude Socialista e portavam faixas onde pediam 50% dos recursos do Fundo Social (a ser criado com recursos do pré-sal) para a educação.


Comentário: O Movimento Estudantil, através de suas entidades, como UNE, UBES e outras, parceiros antigos de lutas na defesa de causas nacionais, deveria engrossar o coro desses manifestantes em defesa da educação. É inadmissível que haja tão poucos "gatos pingados" - literalmente - para defender essa causa que deveria ser item primordial em qualquer discussão de partilha de riquezas de um país. Parabéns aos nossos bravos estudantes, que não têm medo de mostrar a cara para defender o que pensam.

terça-feira, 23 de março de 2010

Roriz diz a FHC que é candidato e que apoiará candidato do PSDB à presidência


Blog do Donny Silva
O ex-governador Joaquim Roriz esteve na tarde de ontem (22), em São Paulo, onde se encontrou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a quem fez dois comunicados: o primeiro foi de que será candidato ao governo do Distrito Federal. E o segundo, é de que apoiará o candidato do PSDB, na campanha para presidente da República, nas eleições deste ano.
Roriz foi recebido por FHC em sua residência, no bairro paulista de Higienópolis, onde conversaram por duas horas e meia sobre diversos temas, entre eles, política nacional e local. Além disso, fizeram uma avaliação do atual quadro político nacional. No encontro com FHC, Roriz esteve acompanhado do vice-presidente da executiva nacional do PSDB, Eduardo Jorge, com quem conversou reservadamente, por alguns minutos, e ao final, combinaram de continuar conversando em ocasiões posteriores.
Comentário: interessante como o ex-governador flana facilmente pelo país anunciando a sua candidatura, mas aqui no DF ele tem ficado calado quanto a isso. Aliás, com o Ministério Público nos seus calcanhares, ele deveria estar preocupado com seus problemas provincianos.
Por outro lado, acho que na situação que ele está, duvido que José Serra queira aparecer em alguma foto ao seu lado. Pode pegar mal.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Comissão do Senado aprova adicional de atividade de risco para vigilantes universitários

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17/3), o Projeto de Lei do Senado (PLS-179/2008), que cria o adicional de atividade de risco para vigilantes universitários. A proposta de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) poderá beneficiar cerca de sete mil integrantes desta classe, espalhados por todo o Brasil.

O senador Zambiasi argumenta que, em função da sempre crescente violência, o ambiente universitário tem sido cada vez mais, palco de atividades ilícitas, não apenas contra o patrimônio das instituições. "Eles se vêem obrigados a realizar funções institucionalmente delegadas às polícias civil e militar, para impedir que alunos, professores e funcionários da universidade corram riscos de assalto, seqüestro, ou até mesmo de vida, o que torna a realidade vivida pelos vigilantes universitários ainda mais, preocupante.", afirma.

Para o parlamentar gaúcho, o problema é que apesar de serem encarregados de manter a segurança nos campi universitários, os vigilantes não podem, pela lei, efetivar a detenção ou prisão de infratores, pois tais ações cabem à Polícia Militar. Também não podem portar armas de fogo para o cumprimento de sua função, muito menos para a segurança pessoal", afirma Zambiasi.

Além do aumento da criminalidade e da violência nas cidades brasileiras, os sistemas de segurança das universidades passaram a incluir atividades que extrapolam os meros plantões de vigilância e o atendimento à comunidade universitária como a atuação nos casos de incêndios, furtos, brigas ou outras ocorrências similares nos campi universitários. "Apresentei esta proposta para adequar a remuneração dos vigilantes às atividades que desempenham", disse Zambiasi. O PLS agora será encaminhado para comissão de Assuntos Sociais CAS em decisão terminativa.



Agência Senado

Exposição fotográfica no Congresso comemora o Dia Mundial da Água


[Foto: Leopoldo Silva]

O Congresso Nacional abriga a partir da segunda-feira (22) uma exposição fotográfica especial em homenagem ao Dia Mundial da Água (22 de março). A cerimônia de abertura será realizada às 17h30 no Salão Branco do Congresso Nacional. As fotografias poderão ser vistas de 22 até 29 de março, das 9h às 17h.
Serão 48 fotos expostas representando as 12 regiões hidrográficas do Brasil. As fotografias foram produzidas para a publicação "ANA: Ano 10". O trabalho realizado pelos fotógrafos Ricardo Zig Koch Cavalcanti, Rui Faquini e Bento Viana retrata a importância e a beleza do extraordinário acervo hídrico brasileiro.
A exposição é organizada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado, com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA).
Fonte: Agência Senado

Um em cada cinco atendimentos em centro para dependentes químicos é de usuários do crack


O brasiliense David* tem 33 anos. É formado, trabalha em três empregos e se dedica com zelo à filha. Até 2008, fazia uso esporádico de drogas. Gostava do ritual social da merla e vez ou outra usava LSD. Conseguia, ainda assim, manter a rotina com certo controle. De um ano para cá, a vida começou a desmoronar. A curiosidade o levou diante do crack, substância derivada da cocaína e de alto poder de destruição. “Ainda consigo manter as minhas coisas. Mas tenho certeza de que isso não vai durar muito”, lamenta.


David deixou as demais drogas para trás. Migrou para o crack, reforçando o perfil dos usuários na capital do país. Levantamento realizado pelo Centro de Assistência Psicossocial para Usuários de Álcool e Outras Drogas (CAPSad) no Guará revela o avanço da droga na capital do país em relação ao consumo de bebidas alcoólicas, maconha, cocaína, merla e drogas sintéticas. Dos 1.485 prontuários de pacientes em tratamento em 2010, 21,61% (321) se referem a dependentes das pedras. Índice preocupante se comparado a 2008. De 940 procedimentos em aberto naquele ano, 0,22% (2) eram por conta de crack.


A gerente da principal unidade de atendimento público a dependentes químicos do DF, Sônia Mochiutti, credita o cenário a pelo menos dois fatores: o poder avassalador da droga e a imposição dos traficantes candangos. “Percebemos que muitos pacientes usavam outras drogas antes de conhecer o crack e acabaram deixando elas em segundo plano. Também são comuns os relatos de quem teve dificuldade para encontrar a cocaína e a merla e usaram o crack por falta de alternativa”, afirmou. Do total de envolvidos com o crack, apenas oito não tiveram contato com outros entorpecentes.


O CAPSad do Guará concentra a maioria dos atendimentos a dependentes químicos realizados no DF. Recebe, em média, três novos casos de viciados em crack por dia — a maioria dos registros concentra histórias de alcoolismo. São homens e mulheres maiores de 18 anos, vindos de todas as regiões administrativas da capital do país em busca de tratamento público especializado. Moradores do Guará, de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia lideram as estatísticas, mas há casos expressivos na Asa Sul, Asa Norte e no Núcleo Bandeirante.


No limite
Por conta do uso das pedras, boa parte dessas pessoas, oriundas das mais diferentes classes sociais, alcançam o CAPsad em situações-limite. Chegam por meio das emergências dos hospitais públicos, por indicações ou por ordens judiciais. Reúnem ainda uma série de distúrbios: perda de memória, oscilação de humor e dificuldade em manter laços afetivos. Os tratamentos são realizados por enfermeiros, psiquiatras, clínicos-gerais, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, psicólogos e farmacêuticos. Prova de que o problema não é mais exclusivo de segurança pública.



O crescimento repentino do crack no DF também provocou mudanças na própria assistência proporcionada pelo CAPsad. “Tivemos de nos adaptar ao avanço dessa droga, inclusive na questão dos medicamentos”, revelou a também enfermeira Sônia. Assusta, por exemplo, as consequências para o corpo de quem faz o uso prolongado da droga. Lesões no cérebro e transtornos mentais graves são algumas delas. “Em alguns casos, as sequelas são irreversíveis. Mas depende da quantidade e do tempo de consumo”, explicou a gerente do CAPsad no Guará.


Nas ruas
De consultas pontuais a planos terapêuticos intensivos, o CAPsad do Guará vive uma rotina quase solitária — há só mais um em pleno funcionamento no DF — para o resgate da cidadania de quem tenta se livrar da dependência química. A unidade ainda abre a possibilidade de aproximação e conforto familiar aos pacientes, encarados como essenciais para a tentativa de recuperação dos viciados. As reuniões ocorrem às quartas-feiras. A dona de casa Jussara*, 57 anos, acompanha os encontros por conta do filho de 20 anos.

O garoto se envolveu com o crack há um ano. E a família se afundou com ele. “Ainda não morreu por milagre de Deus. Eu estou em depressão profunda. Não consigo dormir, nunca sei o que vai acontecer com ele”, afirmou. A mulher perdeu as contas de quantas vezes ligou para o serviço 190, da Polícia Militar, em busca de informações sobre o paradeiro do filho — ele ficou quase uma semana desaparecido. O jovem também trocou objetos da própria casa por pedras. Até mesmo uma cama do tipo box recém-comprada pelo irmão mais velho.

Os parentes dele o localizaram uma vez a vagar pela área central de Brasília. Além de Ceilândia e Taguatinga, é a região onde estão concentrados pontos de uso e distribuição do entorpecente na capital do país. Locais como setores Comercial, de Diversões Sul (Conic), Hoteleiro Sul e Bancário Norte, além da Rodoviária do Plano Piloto, são conhecidos da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal por conta do problema, como denunciou o Correio em série de reportagens publicadas desde 2008.



Fonte: Correio Braziliense

Agnelo é escolhido o nome do PT para concorrer ao Palácio do Buriti

Agnelo Queiroz é o nome do Partido dos Trabalhadores (PT) para concorrer ao governo do Distrito Federal nas eleições de outubro. Depois de uma disputa acirrada com o deputado federal Geraldo Magela, o ex-ministro dos Esportes garantiu os votos da maioria dos militantes da legenda nas urnas durante o dia de ontem. Agnelo recebeu 4.656 votos, que representa 56, 21% de aprovação. Magela arrebatou 3.627, ou 43,79%. O DF conta hoje com 35 mil filiados ao PT, mas apenas 30% — cerca de 8 mil — são atuantes e vão às urnas. O próximo passo do partido, além de reunir os cacos deixados pelas prévias, é buscar alianças para alcançar a cadeira no Palácio do Buriti.


Por volta das 18h de ontem, Agnelo chegou ao clube da Asefe, na 912 Sul, onde ocorreu a apuração dos votos. Todos estavam apreensivos. Mas conforme a apuração paralela era feita pelos militantes, a vitória se aproximava do ex-ministro com boa margem de diferença e o alívio tomou conta do galpão. Antes mesmo do anúncio do resultado oficial, os aliados de Agnelo comemoravam a conquista e o chamavam de “governador”. Ao saber do resultado de boca de urna, Magela foi até o local cumprimentar o então adversário. A fim de mostrar a união do partido, após o embate, os dois subiram juntos no palco para falar a cerca de 200 militantes que ocupavam o galpão. “A prévia é vitória do PT. Uma candidatura apoiada pela militância do partido – e não apenas pela cúpula —, sai fortalecida para as eleições”, defendeu Magela.


Agnelo manteve o discurso de união no microfone. “Tudo agora ficou para trás. O que importa daqui para frente é a unidade do partido. Amanhã já começaremos a procurar alianças de outras legendas para a disputa de outubro”. Durante as prévias, Agnelo foi acusado de não ter informado a origem do dinheiro para comprar a casa onde mora no Lago Sul. Ele defendeu o PT como uma alternativa política para a população do DF. “As denúncias foram desmoralizadas e os militantes perceberam isso. A população quer uma mudança radical. E essa mudança radical somos nós”, defendeu. Enquanto ele discursava, bandeiras do PT foram erguidas no salão.


Quando os números oficiais saíram, perto das 19h, muitos militantes já tinham ido embora. Ainda assim, gritos de alegria ecoaram pelo galpão com o anúncio do TRE. O novo candidato à cadeira de governador do DF recebeu abraços fortes, tapas nas costas e palavras de força. O presidente regional do partido, Roberto Policarpo, gostou do resultado. “O PT é assim. Discute, discute, mas sempre acaba junto. Os dois tinham condições de unir a militância e se tornar uma alternativa ao governo. Estamos preparados”, garantiu. Magela ainda não decidiu quais serão os seus próximos passos políticos. “Só vou decidir depois de ouvir todos os que me apoiaram. Estou disposto”, explicou.

A votação foi realizada das 9h às 17h de ontem, em 20 diretórios da legenda espalhados pelo DF. Pela primeira vez, o PT utilizou urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em disputas internas. Foi uma forma de evitar qualquer denúncia de fraude contra os candidatos, como ocorreu no processo de eleição direta (PED) de dois anos atrás. Na ocasião, houve a denúncia de manipulação dos resultados. O problema só foi resolvido com interferência da direção nacional.



Fonte: Correio Braziliense